Ceteris Paribus
No outro dia eu, a Neves, Daniela e o Tigas debatiamo-nos sobre qual a melhor opção:
Gostar de alguém e não ser correspondido ou não gostar de ninguém.
Para mim, a questão resolve-se facilmente!
O maior argumento dos apoiantes do “não gostar de ninguém” era que dessa forma não se sofre com o amor não correspondido. Não deixam de ter razão, gostar e não ser “gostado” dá cabo de qualquer um!
Porém, eu apoio o “Gostar de alguém e não ser correspondido”. A minha explicação é muito simples:
Em qualquer um dos cenários a outra parte não gosta de nós, seja porque não nos corresponde seja porque nem sequer existe. Por isso, não valerá muito termos isso em consideração para tomarmos a "decisão" de gostar ou não gostar de alguém (se é que isso se pode decidir!). Portanto, sobra a primeira parte, que é a que realmente interessa. Resumimos então a questão em gostar ou não gostar de alguém.
E para mim, ceteris paribus, ou, para os leigos nestas coisas, "tudo o resto constante", gostar de alguém é sempre melhor do que não gostar de ninguém!
Gostar de alguém e não ser correspondido ou não gostar de ninguém.
Para mim, a questão resolve-se facilmente!
O maior argumento dos apoiantes do “não gostar de ninguém” era que dessa forma não se sofre com o amor não correspondido. Não deixam de ter razão, gostar e não ser “gostado” dá cabo de qualquer um!
Porém, eu apoio o “Gostar de alguém e não ser correspondido”. A minha explicação é muito simples:
Em qualquer um dos cenários a outra parte não gosta de nós, seja porque não nos corresponde seja porque nem sequer existe. Por isso, não valerá muito termos isso em consideração para tomarmos a "decisão" de gostar ou não gostar de alguém (se é que isso se pode decidir!). Portanto, sobra a primeira parte, que é a que realmente interessa. Resumimos então a questão em gostar ou não gostar de alguém.
E para mim, ceteris paribus, ou, para os leigos nestas coisas, "tudo o resto constante", gostar de alguém é sempre melhor do que não gostar de ninguém!
2 Comments:
Eu voto gostar, mesmo sem ser correspondido.
Desde já, peço que tenham em atenção que a minha análise é minha, feita com o meu modelo do mundo, que é como quem diz feita com as minhas reacções.
"O amor é a melhor coisa do mundo; quando é correspondido." Concordo com a máxima. Quem perceber qualquer coisa de lógica sabe que se não for correspondido, não vai ser a pior coisa do mundo, embora admita que seja mau.
Existe no entanto uma possibilidade não tão pequena quanto isso de que quem é "gostado" por nós, retribua. Pode não ser tão intenso/completo/forte, mas nem que seja por razões de enchimento de ego, seremos vistos de forma ligeiramente diferente pelo objecto do nosso "gostar".
Não obstante, gostar de alguém é um compromisso. É um admitir que existe alguém que nos faz potencialmente sentir bem (mesmo que por não corresponder nos faça, às vezes, sentir mal).
Assim, a decisão de não gostar é optar pelo caminho mais fácil e já aprendi que na vida, as coisas que valem mesmo a pena, são as difíceis.
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Tigas, at 11:30 a.m.
já que as duas são más..a minha opinião é que há uma tendência para votar naquela em que não estamos! :)
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Anónimo, at 10:53 p.m.
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