Fugi...
… mas voltei!
Gostei de ter estado longe do meu dia-a-dia. Consegui, como desejei há algum tempo num post deste blog, olhar para a minha vida como se fosse um espectador. E vi cenas engraçadas…
Por seis dias, deixei de estar com quem sempre estava, de fazer o que sempre fazia, de me preocupar com o que sempre me preocupava. Por seis dias, a rotina foi outra, as caras foram outras, os ares foram outros. E confesso, o meu riso foi outro, os meus pensamentos foram outros, a minha alegria foi outra, o que me fez “correr” foram outras causas. Ri-me como há muito não me ria, uma alegria que já não encontrava por cá há algum tempo.
E foi bom! Porque cheguei a Lisboa e tive tempo para digerir esta pausa! E aí apercebi-me de que houve pessoas importantíssimas em Lisboa de que praticamente não me lembrei, enquanto outras surgiram na minha mente por razões que eu não estava à espera.
De tempos a tempos faz-me bem estar longe das coisas que mais gosto, porque só assim lhes dou o verdadeiro valor. Faz-me bem estar longe de quem gosto, para ter tempo de sentir falta delas.
Poderão dizer-me que se preciso de ir para longe para sentir falta de alguém é por que na verdade não gosto dela. Eu acho que não.
Porque assim reconheço que fico incompleto, e ao partir deixo uma parte de mim cá.
Porque se queremos partir é porque temos a certeza de que vamos voltar.
E só existe um prazer em partir… que é o desejo de chegar!
Gostei de ter estado longe do meu dia-a-dia. Consegui, como desejei há algum tempo num post deste blog, olhar para a minha vida como se fosse um espectador. E vi cenas engraçadas…
Por seis dias, deixei de estar com quem sempre estava, de fazer o que sempre fazia, de me preocupar com o que sempre me preocupava. Por seis dias, a rotina foi outra, as caras foram outras, os ares foram outros. E confesso, o meu riso foi outro, os meus pensamentos foram outros, a minha alegria foi outra, o que me fez “correr” foram outras causas. Ri-me como há muito não me ria, uma alegria que já não encontrava por cá há algum tempo.
E foi bom! Porque cheguei a Lisboa e tive tempo para digerir esta pausa! E aí apercebi-me de que houve pessoas importantíssimas em Lisboa de que praticamente não me lembrei, enquanto outras surgiram na minha mente por razões que eu não estava à espera.
De tempos a tempos faz-me bem estar longe das coisas que mais gosto, porque só assim lhes dou o verdadeiro valor. Faz-me bem estar longe de quem gosto, para ter tempo de sentir falta delas.
Poderão dizer-me que se preciso de ir para longe para sentir falta de alguém é por que na verdade não gosto dela. Eu acho que não.
Porque assim reconheço que fico incompleto, e ao partir deixo uma parte de mim cá.
Porque se queremos partir é porque temos a certeza de que vamos voltar.
E só existe um prazer em partir… que é o desejo de chegar!
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